sexta-feira, 13 de junho de 2008

Pink Carpet

Nada mais "sex and the city" do que o próprio filme que leva o nome da extinta série norte-americana. Vemos novamente as garotas fashionistas que nos trazem a tona nossa frustações e desejos mais íntimos retratados em quatro vidas, em quatro destinos ou em quatro escolhas!!! Ao assistir ao filme toda mulher se visualiza em um das personagem ou em todas. O filme foi fiel a trama proposta no seriado e na adaptação dos personagens. Apesar de ser um longa saimos do cinema com ansiedade para ver o próximo epsódio.
Divertido, álias, Kim Catraca ( Samantha Jones) fez por merecer seu cachê diferenciado. Depois de anos de negociação, segundo a revista norte-americana National Enquirer, ela recebeu US$ 6 milhões para interpretar Samantha, enquanto que as outras duas atrizes (Cynthia Nixon e Kristin Davis) receberam 'apenas' US$ 2 milhões. Já a "protagonista" Sarah Jessica Parker teria recebido US$ 10 milhões para atuar e mais US$ 5 milhões para co-produzir. Sua atuação como a sexual solteira conficta foi perfeita, ilária e lasciva. Descrevendo as inquietudes de uma vida acomodada ao lado de um parceiro "perfeito", ela mostra que sua fúria sexual continua em alta, mesmo que tenha acabado de completar 50 anos.
Os tempos são outros, e o ponto forte do filme foi abordar a passagem deste e acreditar que os 40 são os novos 30, assim como os 30 são os novos 20. Apesar da mulher moderna ser independente, forte e madura, a heroína ainda precisa de um "homem pra chamar de seu", e finalmente vemos Carrie sonhar com seu casamento e se permitir o glamou do momento.
Glamour, alias, é a palavra que mais pode ser utilizada para descrever o universo de griffes e roupas utilizadas pelos personagens. Elas parecem estarem protagonizando um editorial de moda. Somente Carrie aparece com 80 figurinos diferentes! Entraram em cena no filme Karl Lagerfeld, Zac Posen, Vivienne Westwood, Diane von Furstenberg, entre outras, as marcas brasileiras Alexandre Herchcovitch, D’Arouche e jóias H. Stern.
A maga fashion Patricia Fields, figurinista do trailler, apostou em modelos estruturados pronunciando a volta das ombreiras "power dress" e nos comprimentos das saias que estão mais comportados. Seguindo à risca a volta do visual BCBG (sigla da expressão francesa Bon chic bon genre), ou simplismente a febre do momento, saia-lápis no joelho e blazer.
Um filme para se ver com as amigas, para celebrar a amizade e se inspirar nas personagens para narrar suas proprias aventuras.
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quinta-feira, 22 de maio de 2008

A volta

Até mesmo Indiana Jones se globalizou! Desta vez, ele luta contra os comunistas, não dá mais pra falar de nazistas. Ainda de quebra é traido pelo capitalismo, ou pelo dinheiro, uma praga histórica. Mas, política a parte, o quarto filme da série se encaixou bem na forma!
Ação e o velho humor escrachado quase nos fazem esquecer que se passaram 20 anos entre o último filme e o atual. Para isso, é claro, foram utilizados alguns elementos - chaves como o chápeu ícone, a trilha sonora e alguns personagens resgatados do passado como o pai do herói e a volta da antiga namorada Marion que ajudaram no reconhecimento do espectador e na construição da idéia de sequência. É perceptivel que houve uma preocupação em manter a mesma linha de fotografia da série como a cena do começo em que é enquadrado o conhecido recuso da sombra do héroi e seu chápeu antes mesmo da sua imagem.
Porém, não podemos negar que os anos trouxeram algo de bom a saga do famoso arqueólogo que herdou a melhora nos efeitos de computação gráfica, mas ganhou uma pitada infantil, já que o triller se torna previsível. Faltam algumas explicações no decorrer da história e sobram sequências irreais como a queda das três corredeiras. Mas, estamos falando de Indiana Jones, o héroi real e humano dos anos 80, que é retratado nos anos 60, não podiamos esperar folego de mocinho, se até o ator já está coroa!!E não faltam insinuações no próprio filme sobres isto!
No fim, cumpre a promessa e melhor: vale a espera para um eterno saudosista. A surpresa fica por conta da descoberta de um filho, que para nós tem um gostinho de esperança numa continuação. Tomara que desse vez, não demore tanto!
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Para adoçar a vida!

Parece um remake de "O Casamento do Meu Melhor Amigo", mas tem um detalhe que diferencia: o casamento é da amiga! Em o "Melhor amigo da noiva" a receita se repete e vemos mais uma história de amor, no melhor dos estilos comédia romântica para adoçar a vida! Tom é um solteirão convicto, muito bem sucedido que se descobre apaixonado por sua melhor amiga. Quando decide se declarar, ela anuncia que estar noiva e o convida para "madrinha" do casamento. Cheio de clichê, totalmente previsível, porém, leve e divertido. A melhor parte? Com certeza a confirmação de Patrick Dempsey como mais novo galã de Hollywood. Sua atuação em Grey's Anatomy lhe rendeu a simpatia, mas depois de Encantada e O melhor Amigo da Noiva fica evidente que ainda o veremos muito no papel de mocinho!!!Ainda bem!!!
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cena em que ela anuncia noivado
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segunda-feira, 12 de maio de 2008

O homem de Ferro

Nenhuma novidade na esfera dos filmes baseados em histórias em quadrinho. Mesmo não sendo uma profunda conhecedora acredito que "O Homem de Ferro" nada ficou devendo ao badalado e estrelado "Homem Aranha" ou a infinita saga de "Batman". A história desenrola mostrando a vida agitada e descompromissada do maior inventor e fornecedor de armas para o governo norte-americano, Tony Stark. Após ser feito refém por um grupo de rebeldes afagãos, sua visão de mundo muda ao perceber os danos que seus "brinquedinhos" causam as populações carentes.Para fugir dos sequestradores,Tony constroi uma armadurade ferro e ao voltar para os EUA, decide mudar os rumos dos seus negócios e salvar a humanidade contra as mazelas causadas pelas guerras. Enfim, um héroi que quer salvar a humanidade de alguma coisa que realmente a vem destruindo! Até ai tudo bem, mas como toda história de ficcção da Marvel, és que aparece um vilão! E o que vem a seguir são cenas de luta entre dois robôs,ou homens de ferro muito semelhantes aos que "atuam" nos seriados Power Ranger, Changerman ou até mesmo o pré-histórico Jiraya(Se é que se escreve assim!).
Mas, o filme tem seu ponto forte, a escolha de Robert Downey Jr. O ator que após as várias prisões, internações em centros de reabilitações e de ser declaradamente viciado em drogas, confessou seus erros e afirma estar livre dos fantasmas do passado conseguiu um papel em que traça um perfeito paralelo entre seu personagem e sua vida pessoal. O héroi que apesar de ser obrigatoriamente um galã, dessa vez, vem caracterizado na figura de quarentão playboy e Downey lhe emprestou seu charme e seu humor cítrico na medida perfeita. A bilheteria foi boa e superou as expectativas, porém as apostam são grandes para saber até quando Downey sustentará a armadura dourada e vermelha na vida real.
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Ai que inveja!!!!

Ícone fashion obrigatório entre as It Girls, a bolsa Birkin da Hermès, tem fila de espera de até dois anos recheada de clientes ansiosas que aguardam pela oportunidade de desfilar com sua preciosidade fashion. O acessório que custa de U$$ 9 mil a 34 mil foi criada em 1984, pela grife em homenagem à cantora e atriz britânica Jane Birkin e é confeccionada a mão. A dificuldade de adquiri o símbolo de status e de histéria foi contestado pelo esteticista e comprador de artigos de moda Michael Tonello. O rapaz desenvolveu uma maneira de burlar a fila e de ganhar dinheiro. Passou cinco anos, percorrendo lojas Hermès em todo mundo e vendendo o artigo as clientes ávidas pela iguaria, que sabem que uma bolsa Birkin não será nunca desvalorizada, pelo contrário, seu valor só aumenta com o passar do tempo. Sua tática foi básica e nem um pouco gloriosa, mas lhe rendeu um livro “Bring Home the Birkin” que chega as livrarias este mês. A cada loja que visitava Tonello entrava com uma lista de compras em um notebook Hermes Ulysses (claro!!!) e empilhava echarpes e itens que custassem cerca de U$$ 2 mil. Uma forma de parecer um comprador habitual da marca e no fim da compra pedia uma Bolsa Birkin. Como num passe de mágica, surgia um exemplar de alguma “caixa mágica” guardadinha no estoque da loja.
Tonello afirma que em 2005, comprou 130 Birkin em três meses. Para reafirmar que a grife usa a fila de espera como uma estratégia de marketing Tonello guarda os recibos que comprovam suas histórias. Descoberto pela grife que lhe mandou um fax advertindo que não lhe vende mais a bolsa, ele desdenhou da elegantíssima peça feita de couro de crocodilo afirmando que ela é pesada até vazia!!!
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Katie Holmes e a sua modelo big

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segunda-feira, 5 de maio de 2008

Amor extraterrestre

Um escritor de sucesso usa o sonho que tinha quando criança para basear seus livros. A espera do dia em que se libertaria do eterno sentimento de exclusão sendo abduzido por ets. A idéia é estrelada, a fama é alcançada, mas a sensação de solidão permaneceu e piora com a morte de sua mulher. Seus traumas são todos revividos com a decisão de adotar uma criança, o brilhante e problemático Dennis. Uma criança que vive em seu mundo de fantasia, dentro de uma caixa de papelão e afirma ser um marciano. Esta é a história de “Ensinando a Viver” (Martian Child) que estréia este fim-de-semana, nos cinemas brasileiros. O filme que tem no elenco John Cusack no papel do escritor David e conta com a brilhante atuação de Bobby Coleman como o pequeno marcino, aborda as temáticas do amor e da aceitação e discute o preconceito da sociedade com “o diferente” de uma forma leve e sensível.
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Cena do filme

Chicolátras

Não basta ser fãn, tem que participar! O amor pela suas geniais composições e pelo seus belos olhos verdes foi além da idolatria para um grupo de mulheres que resolveu subir nos palcos cariocas para celebrar o ídolo. Assim, surgiu Mulheres de Holanda, um grupo formado por cinco mulheres e que está lançando o primeiro CD e DVD, nesta semana, no Rio.
O grupo que é formado por Karla Boechat, Ana Cuba, Eliza Lacerda, Malu Von Kruger e Marcela Mangabeira ficou três anos só ensaiando até a estréia em 2005. Além do toque feminino nos arranjos vocais, o grupo chama atenção pela inusitada proposta cênica composta por iluminação e figurino, se transformando a cada personagem cantado. Para “O meu guri” em cena se ver cinco mães, assim como, em “Mulheres de Atenas” se vê cinco mulheres de atenas.
O show conta com 24 clássicos e apenas a presença de músicos no comando do violão e da percussão. A idéia é valorizar as vozes, que juntas funcionam como um elemento rítmico e como ato de louvor!!!
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O grupo no palco